Durante 90 dias, o Dr. João Greco analisa a jornada do paciente, os processos, os protocolos, as rotinas, a atuação das equipes e os pontos de contato que determinam a qualidade do atendimento. Ao final, sua gestão recebe um diagnóstico técnico, estruturado e aplicável à realidade atual do serviço.
Solicite uma reunião on-line para apresentação da consultoria e elaboração de uma proposta personalizada.
Superlotação, demora no atendimento, desperdício de materiais, falhas de comunicação e eventos adversos raramente são problemas isolados. Na maioria das vezes, são consequências visíveis de gargalos menos evidentes.
Quando a gestão observa apenas o resultado final, pode acabar tratando sintomas administrativos sem encontrar a origem do problema. A Consultoria em Urgência e Emergência foi desenvolvida para investigar o serviço de forma sistêmica: desde a entrada do paciente até o desfecho do atendimento.
O objetivo não é apenas apontar falhas. É entregar uma visão organizada sobre o que está acontecendo, por que está acontecendo e quais caminhos podem ser adotados pela gestão.

Onde a jornada do paciente está sendo interrompida ou atrasada?

Quais etapas geram filas, retrabalho ou permanência desnecessária?

Existem desperdícios de materiais, produtos, exames ou horas profissionais?

Os protocolos estão atualizados, conhecidos e efetivamente aplicados?

A equipe está preparada para atender o paciente grave?

Existem falhas de comunicação que aumentam o risco assistencial?

O serviço acompanha indicadores relevantes?

Os diferentes setores trabalham de forma integrada?

A estrutura atual está sendo utilizada da maneira mais eficiente?

Quais mudanças podem ser priorizadas de acordo com a realidade do serviço?

A unidade está alinhada às melhores práticas e às diretrizes aplicáveis?

Quais pontos precisam de intervenção imediata, intermediária ou programada?
A consultoria utiliza uma Metodologia de Avaliação Seriada, estruturada em diferentes frentes de observação.
São avaliados processos, protocolos, comportamentos e pontos de risco que podem favorecer falhas assistenciais ou eventos adversos. A análise considera a realidade operacional do serviço, a forma como as rotinas são executadas e a capacidade da equipe de responder a situações críticas.
O percurso do paciente é acompanhado desde a chegada ao serviço: Entrada → recepção → acolhimento → classificação de risco → avaliação médica → exames → medicação → observação → internação, transferência ou alta. Cada transição pode esconder atrasos, ruídos de comunicação, retrabalho e riscos.
São analisados os processos existentes, sua aplicabilidade e sua aderência à rotina real. Não basta possuir um protocolo arquivado — é necessário avaliar se a equipe conhece, se é acessível, se há treinamento, registros e se a liderança acompanha a execução.
A avaliação considera a interação entre os diferentes profissionais e setores: clareza de funções, comunicação entre turnos, passagem de plantão, integração multiprofissional, fluxo de informações, educação continuada, liderança e resposta da equipe diante do paciente grave.
A percepção do paciente também faz parte do diagnóstico. Mesmo quando o atendimento técnico é adequado, falhas de comunicação, falta de orientação, demora sem informação e desorganização aparente podem gerar insatisfação, reclamações e perda de confiança no serviço.
São investigados pontos relacionados a: utilização de materiais, uso de recursos, retrabalho, dimensionamento e distribuição de pessoas, tempos de espera, permanência no setor, integração entre áreas e oportunidades de padronização.
Diagnósticos consistentes exigem observação da realidade. Por isso, a consultoria é realizada por meio de visitas presenciais, acompanhando o funcionamento da unidade, os profissionais, os fluxos, os processos, os protocolos e as rotinas.
Essa observação permite construir recomendações compatíveis com o momento, a estrutura e a capacidade de implementação do serviço.
Avaliação do serviço em funcionamento, considerando ambiente, pessoas, processos, protocolos, rotinas e experiência do paciente.
Análise organizada de diferentes dimensões do atendimento, evitando conclusões baseadas em uma única visita ou percepção isolada.
Identificação dos pontos críticos, oportunidades de evolução e aspectos que precisam ser priorizados pela gestão.
Documento estruturado para registrar os achados e apoiar reuniões, decisões, planejamento e acompanhamento interno.
Recomendações compatíveis com o momento da unidade, sua estrutura e seus recursos.
Exposição dos principais achados para que a gestão compreenda o diagnóstico e possa definir os próximos passos.
Hospitais, UPAs, pronto-atendimentos e redes municipais possuem estruturas, demandas e níveis de complexidade diferentes. Por isso, não existe um valor genérico que represente adequadamente todos os projetos.
O investimento é definido após uma reunião on-line para compreender: tipo de serviço, estrutura da unidade, número de setores envolvidos, complexidade da operação, localização, necessidade de deslocamentos, quantidade estimada de visitas, escopo da avaliação, participação de diferentes lideranças e entregáveis necessários.
Após essa conversa, será apresentada uma proposta personalizada.
A consultoria não oferece uma promessa genérica de economia, redução de mortalidade ou transformação automática do serviço. Resultados dependem de fatores como estrutura, recursos disponíveis, envolvimento da liderança, adesão da equipe e capacidade de implementação.
O compromisso da consultoria é com o cumprimento do escopo contratado, avaliação técnica e presencial, aplicação da metodologia apresentada, organização dos achados, entrega dos relatórios físico e digital, apresentação de um diagnóstico claro e recomendações coerentes com a realidade observada.
Esta é uma nova frente de atuação estruturada pelo Dr. João Greco. Por isso, não serão apresentados depoimentos fabricados, números sem comprovação ou estudos de caso inexistentes.
Os primeiros projetos poderão, mediante autorização das instituições envolvidas e respeito à confidencialidade, dar origem a futuros estudos de caso.
Uma consultoria em urgência e emergência não deve ser conduzida apenas por alguém que conhece gestão em teoria. É necessário compreender o que acontece quando a sala de espera está cheia, a equipe está sobrecarregada, um paciente grave chega sem aviso, não há leito disponível, o fluxo não funciona, os setores não se comunicam, o protocolo não corresponde à realidade e uma decisão precisa ser tomada em minutos.

Médico graduado em 2013 pela Faculdade de Medicina de Presidente Prudente — FAMEPP. Atua há mais de dez anos exclusivamente com medicina de emergência e plantões. Foi aluno da segunda turma da residência de Medicina de Emergência do Hospital Santa Marcelina, em São Paulo.
Ao longo de sua trajetória, passou por diferentes serviços de pronto-socorro, incluindo instituições das redes Sancta Maggiore, Hapvida e outros serviços públicos e privados.
Sua experiência em gestão inclui:
Também atuou como preceptor de Medicina de Emergência para alunos do sexto ano da UNINOVE, campus Guarulhos. Possui ampla experiência no atendimento pré-hospitalar, com passagens pelos serviços do SAMU de Mauá, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, São Paulo e São José dos Campos. Atuou ainda como médico de suporte avançado na Rodovia Presidente Dutra.
É membro internacional da American Academy of Emergency Medicine — AAEM. Também é criador do E-mergencia, um dos maiores canais brasileiros no YouTube dedicados à medicina de emergência, com quase 80 mil inscritos.
Porque equipes que trabalham diariamente dentro do mesmo sistema podem deixar de perceber problemas que se tornaram parte da rotina. Isso não significa falta de competência — é um efeito natural da operação contínua.
Processos improvisados tornam-se habituais. Falhas passam a ser contornadas em vez de corrigidas. Desperdícios deixam de chamar atenção. Protocolos antigos continuam sendo utilizados porque sempre foi feito daquela maneira.
O custo da consultoria deve ser comparado ao custo de manter desperdícios, retrabalho, baixa eficiência, falhas de fluxo e riscos sem um diagnóstico claro. Muitas melhorias podem começar com reorganização, padronização, definição de responsabilidades e revisão de processos.
O objetivo não é procurar culpados. A avaliação busca compreender o sistema, identificar riscos e apoiar decisões. O diagnóstico deve ser tratado como instrumento de melhoria, não como punição. Todos os dados são tratados segundo normas de LGPD, sem exposição sensível.
Mudanças impostas sem contexto tendem a gerar resistência. Por isso, o diagnóstico considera a realidade operacional e os desafios dos profissionais. Compreender por que uma rotina existe é tão importante quanto apontar que ela precisa mudar.
A falta de tempo frequentemente é um dos sintomas de processos pouco eficientes. A avaliação é realizada durante o funcionamento do serviço e organizada ao longo de 90 dias, evitando uma análise superficial baseada em uma visita isolada.
As sugestões são elaboradas considerando o momento real da instituição. O relatório poderá separar prioridades e apoiar a construção de um plano gradual, respeitando recursos e capacidade operacional.
O retorno potencial pode aparecer em diferentes áreas: identificação de desperdícios, redução de retrabalho, melhor utilização de materiais e pessoas, priorização mais segura de investimentos, melhoria dos fluxos, maior clareza para a liderança, redução de riscos operacionais e aumento da satisfação do paciente.
Durante a consultoria, o contato poderá ser realizado por WhatsApp, e-mail, telefone, reuniões on-line, contato direto com a gestão e reuniões de alinhamento previamente definidas. Os canais e a rotina de comunicação serão ajustados conforme a necessidade e o escopo do projeto.
A Rede de Atenção às Urgências foi organizada para promover atuação coordenada entre diferentes pontos de atenção, com definição de fluxos e referências adequadas. As UPAs não funcionam como estruturas isoladas: integram-se à atenção básica, à rede hospitalar, ao atendimento domiciliar e ao SAMU. Falhas de fluxo e comunicação podem afetar não apenas um setor, mas toda a continuidade do cuidado.
Na área de segurança do paciente, a RDC nº 36/2013 da Anvisa institui ações voltadas à promoção da segurança e à melhoria da qualidade nos serviços de saúde. O Ministério da Saúde também mantém o Programa Nacional de Segurança do Paciente como referência para qualificação do cuidado.
Não é possível melhorar de forma consistente aquilo que o serviço ainda não consegue observar, medir e compreender.
Antes de decidir onde investir, a gestão precisa entender onde estão os gargalos.
Pequenas perdas recorrentes podem representar um custo significativo ao longo do tempo.
A ausência de integração e registros claros pode gerar duplicidade e retrabalho.
O problema nem sempre é apenas a quantidade de pessoas, mas a organização das funções e dos fluxos.
Atrasos em avaliações, exames, decisões, transferências e altas podem comprometer a capacidade do serviço.
Problemas de comunicação, registro e segurança podem aumentar a exposição institucional.
Sem diagnóstico, a gestão pode direcionar recursos para pontos visíveis, mas pouco relevantes para a causa real do problema.
Falhas de processo, comunicação e protocolo podem aumentar riscos para pacientes, profissionais e para a instituição.
A pergunta não é apenas: "Quanto custa contratar uma avaliação?"
A pergunta também precisa ser: "Quanto custa continuar tomando decisões sem enxergar o serviço por completo?"
Depois de atuar durante anos em diferentes serviços de urgência e emergência, o Dr. João Greco percebeu um problema recorrente: muitas unidades sofrem não apenas por falta de recursos, mas por falta de uma avaliação estruturada sobre como os recursos, as pessoas e os processos estão sendo utilizados.
Em diversos serviços, os profissionais reconhecem dificuldades específicas, mas não possuem uma visão completa da operação. Cada setor enxerga uma parte:
A consultoria foi criada para reunir essas perspectivas e analisar o serviço como um sistema. Seu propósito é ajudar gestores a sair de percepções isoladas e chegar a um diagnóstico capaz de orientar mudanças possíveis.
| Critério | Consultoria em Urgência e Emergência | Auditoria interna | Consultoria generalista | Treinamento isolado | Modelo atual |
|---|---|---|---|---|---|
| Visão externa | Sim | Limitada | Sim | Não | Não |
| Especialização em emergência | Central | Depende da equipe | Nem sempre | Parcial | Depende |
| Observação presencial da rotina | Sim | Pode ocorrer | Pode ocorrer | Limitada | Não |
| Avaliação da jornada completa | Sim | Pode ser setorial | Geral | Não | Não |
| Segurança do paciente | Parte da metodologia | Variável | Variável | Tema específico | Reativa |
| Processos e protocolos | Avaliados em conjunto | Frequentemente documentais | Menos especializada | Foco em conteúdo | Mantidos |
| Integração das equipes | Avaliada | Pode sofrer influência interna | Variável | Não necessariamente | Sem diagnóstico |
| Relatório físico e digital | Sim | Depende do processo | Geralmente | Não | Não |
| Recomendações contextualizadas | Sim | Podem ser limitadas | Podem ser genéricas | Restritas ao tema | Não |
| Diagnóstico sistêmico | Sim | Parcial | Possível | Não | Não |
A diferença central
Uma auditoria interna conhece profundamente a instituição, mas pode estar condicionada à própria cultura do serviço.
Uma consultoria generalista pode compreender processos administrativos, mas não necessariamente domina as particularidades do atendimento ao paciente grave.
Um treinamento isolado transmite conhecimento, mas não diagnostica todos os fatores que impedem sua aplicação.
Manter o modelo atual evita o desconforto da mudança, mas também preserva problemas que talvez estejam gerando desperdício, risco e insatisfação.
A Consultoria em Urgência e Emergência combina: Experiência assistencial + experiência em gestão + observação presencial + avaliação sistêmica + recomendações contextualizadas.
Precisa de uma avaliação que compreenda a pressão de uma porta de urgência, a imprevisibilidade da demanda, o atendimento ao paciente grave, a relação entre tempo, risco e decisão, a integração entre os profissionais, a limitação de recursos, a necessidade de protocolos aplicáveis, a responsabilidade da gestão, o impacto da experiência do paciente e a diferença entre o processo documentado e a prática real.
Ao final de 90 dias, sua instituição terá um documento organizado para compreender o presente e decidir os próximos passos.
Nesta reunião on-line serão discutidos: tipo de instituição, principais dificuldades percebidas, estrutura do serviço, objetivos da gestão, escopo inicial, funcionamento da consultoria, logística das visitas, entregáveis e elaboração da proposta personalizada.
A reunião não representa a contratação automática do serviço. Ela serve para verificar se a consultoria é adequada à realidade e à necessidade da instituição.
Consultoria destinada a hospitais, UPAs, pronto-atendimentos, prontos-socorros e redes de urgência e emergência.
Aviso institucional: A consultoria oferece avaliação técnica, diagnóstico e recomendações. Não garante resultados clínicos, financeiros ou operacionais específicos. A implementação das sugestões e os resultados decorrentes dependem das decisões da instituição, da participação das equipes, dos recursos disponíveis e de outros fatores próprios de cada serviço.